Prefeitura de Ariquemes assina contrato para reforma completa do hospital municipal

Unidade atende, em média, 3 mil pacientes mensalmente  de toda a  região do Vale do Jamari   A cerimônia que consagrou a assinatura do contrato com a empresa AC Construções e Terraplanagem Eirelli, vencedora da licitação para reforma completa do Hospital Municipal de Ariquemes, ocorreu na manhã desta quinta-feira (04), em frente ao complexo hospitalar, localizado na … Leia Mais


Secretaria de Saúde de Jaru leva atendimento do Aprender com Saúde para o Distrito Bom Jesus

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Foto: Divulgação

Estudantes do Distrito de Bom Jesus em Jaru receberam na última sexta-feira (28) atendimentos do Programa Aprender com Saúde. Cerca de 60 alunos foram atendidos.

Durante a ação a secretaria municipal de Saúde (Semusa), ofereceu avalição odontológica, consulta de enfermagem, consulta com médico clínico geral, avaliação nutricional e atualização do cartão de vacina.

Segundo a coordenadora da atenção básica Irinéia Martins de Medeiros, o programa foi implantado em março desse ano e tem o objetivo de levar atendimento médico para as escolas da rede municipal de ensino. “O programa foi idealizado pelo prefeito João Gonçalves Junior, para garantir a saúde das crianças, já que muito pai não tem tempo de levar o filho regularmente ao médico”, explicou.

 


Sucesso absoluto! Inauguração do Laboratório Avenida supera expectativas

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Atendimento diferenciado, personalizado e diagnostico preciso.

Durante a inauguração, houve cofee break aos visitantes.

Foto: PortalP1

 

Foi mesmo um sucesso! Na verdade, superou todas as expectativas dos proprietários Doutora Taísa e seu esposo João, a inauguração em Jaru do Laboratório de Análises Clínicas Avenida.

 

A empresa já atua e tem muita credibilidade em Governador Jorge Teixeira (RO), distante em torno de 40 Km de Jaru. Na cidade é tido como referência no atendimento, presteza nos serviços, na qualidade do diagnóstico e promete trazer todas estas qualidades singulares para Jaru.

 

Na manhã desta segunda-feira, 27 de maio, a empresa inaugurou a sua moderna e belíssimas instalações na Avenida Dom Pedro I, altura do numeral 2903, Setor 5. A empresa oferece serviços de altíssima qualidade e com equipe altamente treinada, para toda a região.

 

Um dos grandes diferenciais do Laboratório Avenida, é o diferencial nos preços que são populares, receptividade e condições de pagamento, que são bem flexíveis e trás mais novidade que é o disk coleta, é só ligar e uma equipe vai até você colher o material.

 

O Laboratório Avenida já é uma referência na cidade de Governador Jorge Teixeira, aonde atende na Avenida Pedras Brancas, altura do número 809, no Centro e agora passa a oferecer seus excelentes serviços em Jaru.

 

Agendamentos poderão ser feitos através do telefone: (69) 9.9388-3922

Foto:PortalP1
Foto:PortalP1
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Foto:PortalP1

Inauguração do Laboratório Avenida é hoje, 27 de maio, em Jaru, RO

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Empresa fica na Avenida Dom Pedro I, Setor 5.

Preços populares e atendimento personalizado.

 

Foto: PortalP1

 

O município de Jaru (RO) Vale do Jamari, ganhou reforço do Laboratório de Análises Clínicas Avenida, que já atende em Governador Jorge Teixeira e é tido como referência no município vizinho e a partir desta segunda-feira, 27 de maio, oferece seus serviços de altíssima qualidade e com equipe altamente treinada, para toda a região.

 

Sob a responsabilidade da Dr.ª Taisa, a equipe está à disposição na Avenida Dom Pedro I, altura do numeral 2903, Setor 5. O diferencial além dos preços populares, será o atendimento, receptividade e condições de pagamento, que são bem flexíveis.

 

O Laboratório Avenida já é uma referência na cidade de Governador Jorge Teixeira, aonde atende na Avenida Pedras Brancas, altura do número 809, no Centro.

Durante o dia terá um Coffe Break.

 

Agendamentos poderão ser feitos através do telefone: (69) 9.9388-3922

 

Da Redação do Portal P1

Foto: PortalP1

 


Estudo sobre insetos transmissores da Leishmaniose relata novos registros de espécies em Rondônia

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Morfologia-da-genitália

 

A Leishmaniose é uma doença com alto índice de manifestação em Rondônia. Dados da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) confirmam que entre 2017 e 2018 foram registrados 2.175 casos, e só em 2019 foram contabilizados 226 registros, no Estado.

A doença é causada por protozoários parasitas do gênero Leishmania, que são transmitidos ao homem pelas fêmeas de flebotomíneos, insetos popularmente conhecidos como mosquito palha. Em Rondônia, até o ano passado, 131 espécies desses insetos tinham sido registradas, mas um estudo recente publicado na revista periódica Brazilian Journal Of Biology destaca quatro novas ocorrências de espécies de flebotomíneos, elevando para 135 o número de espécies, já registradas para o estado de Rondônia.

A descoberta foi descrita pelos pesquisadores Antônio Marques Pereira Junior, Jansen Fernandes de Medeiros, Genimar Rebouças Julião e Adriele Nunes, vinculados ao Laboratório de Entomologia, da Fiocruz Rondônia, e pelos pesquisadores Gabriel Eduardo Melim Ferreira e Fábio Resadore, do Laboratório de Epidemiologia Genética.

O estudo denominado “Novo registro de quatro espécies de flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) no Estado de Rondônia, Amazônia Ocidental” envolve coletas desses insetos realizadas em várias localidades de Rondônia, incluindo a reserva biológica de Jaru, localizada entre os municípios de Vale do Anari e Ji-Paraná, o Parque Estadual de Guajará-Mirim, localizado entre os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim, e a Floresta Nacional do Jamari, que fica no município de Itapuã do Oeste.

Algumas espécies de flebotomíneos têm importância para a área médica porque são vetores de protozoários que causam as leishmanioses em Rondônia, e no Laboratório de Entomologia, da Fiocruz Rondônia, há linhas de pesquisas dedicadas a esses insetos. “Na prática, fazemos coletas para verificar quais dessas espécies são possíveis vetores da Leishmaniose e acabamos encontrando algumas que ainda não possuem registros do seu papel na epidemiologia da doença, como é o caso dos novos registros ”, esclarece o pesquisador Antônio Marques.

É importante destacar que embora não se tenha confirmação se as novas espécies são ou não vetores da Leishmaniose, o estudo evidencia a diversidade de flebotomíneos no estado, além de reforçar a necessidade de novas pesquisas para que se descubra a importância desses insetos no ciclo de transmissão de algumas doenças.

Descrição científica e localização dos registros

Os trabalhos de pesquisa e identificação dos novos registros de quatro espécies de flebotomíneos para Rondônia seguem a seguinte descrição:

Brumptomyia mesai, coletada no Parque Estadual de Guajará-Mirim (figura 1A-B); Psathyromyia elizabethdorvalae, coletada no município de Monte Negro (figura 1C); Nyssomyia delsionatali coletada no município de Cacoal e na Reserva Biológica do Jaru (figura 1D) e Trichopygomyia wagleyi coletada na Floresta Nacional do Jamari (figura 1F).

Importância da divulgação em ciência

A Leishmaniose é uma doença muito comum em Rondônia e também associada aos espaços de floresta, mas pouco se sabe a respeito do ciclo de transmissão ou dos insetos que atuam como responsáveis pela proliferação do protozoário causador da doença. O coordenador do Programa Estadual de Leishmanioses em Rondônia, José Lima de Aragão, explica que a doença ocorre nos 52 municípios do estado, sendo a terceira em transmissão vetorial e a segunda causada por protozoário. Apenas 10 municípios concentram 56% do número total de notificações do estado, incluindo a capital Porto Velho, e os municípios de Vilhena, Ariquemes, Machadinho do Oeste, Ji-Paraná, Espigão do Oeste, Rolim de Moura, Cujubim, Cacoal e Pimenta Bueno.

Como boa parte da população vive na zona rural, em virtude da atividade agrícola, é importante que se discuta as formas de atuação do inseto que transmite a leishmaniose. “No contexto científico, esta investigação é de grande relevância por tratar-se de uma descoberta que certamente irá nortear novos estudos, além de propor caminhos a pesquisas que já estão em andamento, no Laboratório de Entomologia da Fiocruz Rondônia”, pontua Antônio Marques. Para o pesquisador em Saúde Pública, Jansen Fernandes de Medeiros, o trabalho preenche uma lacuna de conhecimentos relacionados aos vetores de Leishmaniose Tegumentar em Rondônia, tendo em vista a alta incidência de casos e as poucas pesquisas realizadas com os vetores dessa doença.

As leishmanioses são classificadas em dois tipos, a Tegumentar Americana que pode apresentar as formas clínicas cutânea e mucocutânea, incluindo sintomas como úlceras na pele e mucosas, e a Visceral que apresenta febre de longa duração, perda de peso, anemia, aumento do fígado e baço, entre outros sintomas.

Nos dois casos, o tratamento é feito com uso de medicamentos específicos, e segundo o Ministério da Saúde o tipo Tegumentar é responsável por cerca de 21 mil casos anuais, no país. Já o tipo Visceral tem, em média, 3,5 notificações a cada ano.

 

Fonte
Texto: José Gadelha
Fotos: Maurício Vilela e Antônio Marques
Secom – Governo de Rondônia


MOMENTO SAÚDE – ASMA BRÔNQUICA

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Espaçador

 

A asma é um grande problema de saúde pública, mesmo com programas implantados para o seu controle que melhoram a qualidade da assistência e à redução da morbimortalidade. Belo Horizonte foi a primeira cidade a implementar em larga escala o programa “ Criança que Chia”, em 1994,fruto de parceria entre a secretaria municipal de saúde e a Faculdade de Medicina da UFMG. Esse programa buscou uniformizar condutas, dando relevância à profilaxia, à educação em saúde para pacientes, familiares e para as equipes de profissionais. Disponibilizaram-se medicamentos inalatórios (beclometasona ou budesonida ou fluticasona e salbutamol) e os espaçadores valvulados. A partir de então foi observado um salto de qualidade na assistência. Inicialmente a faixa etária de menores de cinco anos foi priorizada; atualmente, os menores de 19 anos estão incluídos e mais de 30 mil crianças e adolescentes são assistidos. A consequência foi à redução em aproximadamente 90 % da hospitalização devido à crise asmática. A experiência de Belo Horizonte, município de grande complexidade, com mais de dois milhões de habitantes, serviu de modelo para várias cidades do estado e do país, possibilitando a prestação da assistência de qualidade ao asmático.

Apesar dos avanços nos conhecimentos sobre sua fisiopatologia e terapêutica, a asma vem apresentando aumento na prevalência nas últimas décadas, especialmente na faixa etária pediátrica.

A asma brônquica ou bronquite asmática é uma doença inflamatória crônica e a inflamação brônquica é seu fator patogênico mais importante. Ela se manifesta clinicamente por episódios recorrentes de sibilos, tosse, dispneia e opressão torácica, particularmente à noite e no inicio da manhã. As manifestações clínicas estão associadas à obstrução difusa e variável do fluxo aéreo. O episódio agudo de broncoconstrição é multifatorial, mas o broncoespasmo, a hipersecreção brônquica, a inflamação e o espessamento da mucosa brônquica são os eventos mais importantes.

Outro aspecto relevante é a interação entre a genética do individuo e o ambiente onde vive, incluindo os alérgenos e os vírus, importantes fatores desencadeantes dos sintomas.

À luz dos conhecimentos atuais, estabeleceu-se o conceito de unicidade das vias aéreas. Asma e rinite alérgica são expressões da inflamação e hiper-responsividade, ora acometendo a via aérea como um todo, ora localizadas, porém com estreitas relações entre as duas regiões anatômicas.

A grande revolução no tratamento da crise aguda da asma surgiu com a medicação inalatória, primeiramente com o uso dos inaladores ultrassônicos, surgidos no início da década de 80. Hoje, porém, são peças de museu, pois a partir da fabricação da medicação broncodilatadora em aerossol dosimetrado (as famosas bombinhas) foi descoberto os chamados espaçadores, que são um tubo (acrílico ou alumínio) com uma máscara valvulada, o que possibilita o uso da medicação com muito mais rapidez e precisão, dispensando o uso da energia elétrica.

Abaixo foto do espaçador e da medicação:

 

Edemar Afonso Gonçalves médico pediatra formado pela Faculdade de Medicina da UFMG em 1983.


Gripe já matou 99 pessoas no Brasil; vacinação segue até 31 de maio

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Dia D de Vacinação contra a Influenza (gripe). Foto – Wilson Dias/Agência Brasil

 

Até 27 de abril, pelo menos 535 pessoas foram hospitalizadas este ano no Brasil por síndrome respiratória aguda grave causada por influenza e 99 morreram em decorrência do quadro.

De acordo com o Ministério da Saúde, do total de óbitos, 90% ocorreram em pessoas que já apresentavam fatores de risco para a gripe, como idosos, pacientes com doença crônica, crianças, gestantes, indígenas e puérperas.

O novo boletim epidemiológico revela que o vírus H1N1 é predominante no país, até o momento, e responsável pela maior parte das mortes por influenza – sozinho, ele responde por 254 casos e 89 óbitos. Foram identificados ainda 54 casos de influenza A (H3N2); 38 de influenza A não subtipado; e 62 casos de influenza B. Outros 127 casos, segundo a pasta, ainda não tiveram o subtipo identificado.

Ainda de acordo com o levantamento, nos primeiros meses de 2019, a circulação de vírus do tipo influenza se deu com maior intensidade e de forma localizada no Amazonas, que registrou 139 casos e 35 óbitos. O estado de São Paulo também se destaca, com 107 casos e 7 óbitos.

Outros estados registraram mortes são: Paraná (11); Pará (7); Espírito Santo (6); Tocantins (5); Rio Grande do Norte (4); Ceará (3); Rondônia (3); Acre (2); Alagoas (2); Sergipe (2); Rio de Janeiro (2); Santa Catarina (2); Mato Grosso do Sul (2); Amapá (1); Bahia (1); Minas Gerais (1); Rio Grande do Sul (1); Mato Grosso do Sul (1), além do Distrito Federal (1).

Campanha

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no dia 10 de abril e segue até 31 de maio em todo o país. Devem receber a dose trabalhadores da saúde; indígenas; idosos; professores; pessoas com doenças crônicas e outras categorias de risco clínico; população privada de liberdade, incluindo jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional; e profissionais das forças de segurança e salvamento.

O último balanço da vacinação mostra que, até a última terça-feira (7), 45,3% da população prioritária havia sido imunizada. Entre os grupos, as puérperas registraram maior cobertura vacinal (64,3%), seguido por idosos (52,5%), gestantes (51,2%), crianças (48%) e indígenas (45,1%).

Os grupos que menos se vacinaram foram profissionais das forças de segurança e salvamento (10,9%), população privada de liberdade (11,9%), pessoas com comorbidades (34,3%), funcionários do sistema prisional (35,8%), trabalhadores de saúde (40,3%) e professores (41,2%).

 

 

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil


Dia ‘D’ da vacinação contra a gripe teve personagens e um grande público

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Foto:Divulgação

 

No último sábado (4), aconteceu em Jaru, o dia ‘D’ da campanha nacional de vacinação contra a gripe. A ação foi realizada pela coordenação de imunização em parceria com a Coordenação da Atenção Básica, em todos os centros de saúde e na escola Nilton de Oliveira Araújo, no setor 8.

Na oportunidade, vários personagens infantis e o Zé gotinha deixaram este importante momento mais divertido, principalmente para as crianças que foram aos postos para serem vacinadas.

O prefeito João Gonçalves Júnior e o vice-prefeito Jeverson Lima, acompanharam as ações em alguns centros de saúde. De acordo com o prefeito é muito importante que a população mantenha a caderneta de vacinação sempre em dia e previna doenças.

O objetivo da campanha é imunizador pelo menos 90% do público prioritário. Lembrando que a campanha segue nos postos até o dia 31 de maio.

Fonte:Assessoria de Comunicação


Centros de saúde de Jaru realizam vacinação contra a gripe; dia ‘D’ será no próximo sábado, 4 de maio

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Imagem/Divulgação

 

No próximo sábado (4), acontecerá o dia ‘D’ da campanha nacional de vacinação contra a gripe. A ação realizada pela coordenação de Imunização em parceria com a Coordenação da Atenção Básica, acontecerá em todos os centros de saúde e na escola Nilton de Oliveira Araújo (setor 8), das 7h30 até as 17h30.

Nesta campanha são vacinados os idosos (com mais de 60 anos), crianças de 6 meses até 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias de idade), gestantes, os indígenas, os trabalhadores da saúde e da segurança, professores, as mulheres no período de até 45 dias após o parto e os doentes crônicos.

De acordo com Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), o objetivo é imunizar pelo menos 90% dos grupos de pessoas prioritárias. E na zona rural, a vacinação acontece diretamente nas residências.

 

Fonte:Assessoria


Novo Código de Ética Médica entra em vigor hoje

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Documento lista 26 princípios para o exercício da medicina

medicina, hospital, centro cirúrgico, pacientes, tratamento, internação, equipamento hospitalar – Elza Fiúza/Agência Brasil

 

O Novo Código de Ética Médica entra em vigor hoje (30) em todo o país. O documento, composto por 26 princípios listados como fundamentais para o exercício da medicina, prevê pontos como respeito à autonomia do paciente, inclusive aqueles em fase terminal; preservação do sigilo profissional; direito de exercer a profissão de acordo com a consciência; e possibilidade de recusa de atender em locais com condições precárias.

“Trata-se da versão atualizada de um conjunto de princípios que estabelece os limites, os compromissos e os direitos assumidos pelos médicos no exercício da profissão”, explicou o Conselho Federal de Medicina (CFM).

Confira, abaixo, as principais diretrizes que compõem o novo código.

Novidades

Entre as novidades do novo código de ética está o respeito ao médico com deficiência ou doença crônica, assegurando ao profissional o direito de exercer as atividades nos limites de sua capacidade e sem colocar em risco a vida e a saúde de seus pacientes.

Telemedicina

O uso de mídias sociais pelos médicos será regulado por meio de resoluções específicas, o que valerá também para a oferta de serviços médicos a distância mediados por tecnologia. O novo código, portanto, transfere a regulação da chamada telemedicina para resoluções avulsas, passíveis de frequentes atualizações.

Pesquisas

No âmbito das pesquisas em medicina, o novo código prevê a criação de normas de proteção de participantes considerados vulneráveis, como menores de idade e pessoas com deficiência física ou intelectual. Quando houver situação de diminuição da capacidade do paciente de discernir, além do consentimento de seu representante legal, será necessário seu assentimento livre e esclarecido na medida de sua compreensão.

Placebo

Ainda no âmbito das pesquisas, o novo código permite os chamados placebos [substância sem propriedades farmacológicas] de mascaramento, mantendo a vedação ao uso de placebo isolado – quando não é usada nenhuma medicação eficaz. De acordo com o texto, fica vedado ao médico manter vínculo de qualquer natureza com pesquisas médicas em seres humanos que usem placebo de maneira isolada em experimentos, quando houver método profilático ou terapêutico eficaz.

Prontuário

As novas regras também autorizam o médico, quando requisitado judicialmente, a encaminhar cópias do prontuário de pacientes sob sua guarda diretamente ao juízo requisitante. No código anterior, o documento só poderia ser disponibilizado a um perito médico nomeado pelo juiz em questão.

Autonomia

Entre as diretrizes mantidas estão a consideração à autonomia do paciente, a preservação do sigilo médico-paciente e a proteção contra conflitos de interesse na atividade médica, de pesquisa e docência. Fica vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de risco iminente de morte.

Dignidade

Em caso de situação clínica irreversível e terminal, o novo código estabelece que o médico evite a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos considerados desnecessários e propicie aos pacientes sob sua atenção todos os cuidados paliativos apropriados.

Ato Médico

O código assegura a proibição à cobrança de honorários de pacientes assistidos em instituições que se destinam à prestação de serviços públicos; e reforça a necessidade de o médico denunciar aos conselhos regionais instituições públicas ou privadas que não ofereçam condições adequadas para o exercício profissional.

 

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil


Prefeitura adquire mais de R$ 2 milhões em equipamentos hospitalares e maquinários; emenda é da deputada Mariana Carvalho

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Foto:Assessoria

 

Aconteceu na manhã da última sexta-feira (26), em Jaru, uma cerimônia com a presença de várias autoridades para a entrega de equipamentos ao hospital municipal e maquinários para a secretaria de infraestrutura.

Ao todo foram adquiridos mais de R$ 2 milhões em equipamentos hospitalares, além de caminhão, retroescavadeira, pá carregadeira, e um trator de pneu. De acordo com o prefeito João Gonçalves Júnior, o recurso é proveniente de emenda parlamentar da deputada federal Mariana Carvalho.

“Esses equipamentos vão contribuir para a nossa política de prioridades na saúde pública. Já os maquinários darão suporte aos nossos trabalhos de recuperação de estradas rurais e ruas urbanas, bem como apoio aos produtores rurais”, explicou o prefeito.

Os equipamentos foram adquiridos através da indicação dos vereadores Ademir Motorista e Renato Cabeleireiro.

O prefeito também falou da importância do bom relacionamento com os parlamentares. “Quero agradecer imensamente a deputada Mariana Carvalho pelos investimentos no nosso município, e a todos os vereadores pela parceria com a nossa gestão”, ressaltou.

Além do prefeito e da deputada Mariana, ainda participaram de evento, o senador Marcos Rogério, o presidente da Câmara Municipal, vereador José Claudio (Amarelinho), o vice-prefeito Jeverson Lima; os vereadores: Ademir Motorista, Carlinhos da Denísia, Edmar Parlote, Paulão do Esporte, Gaúcho da TV Lunar, Chico Baquer, Renato Cabeleireiro e Ilson Felix; E também, a secretária municipal de saúde, Tatiane de Almeida Domingues, o diretor do hospital, Luis Eduardo Schincaglia, o empresário João Gonçalves Filho, entre outros representantes, servidores e populares.

 

Fonte:Assessoria


A cada 3 horas e 40 minutos uma pessoa morre por acidente de trabalho

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Elza Fiúza/Agência Brasil

 

O Brasil registra uma morte por acidente de trabalho a cada 3horas e 40 minutos. Segundo o Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, entre 2012 de 2018 foram contabilizados 17.200 falecimentos em razão de algum incidente ou doença relacionados à atividade laboral. Neste domingo, é comemorado o Dia Mundial e Nacional de Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças de Trabalho, uma data criada para alertar a sociedade sobre o problema.

No comparativo por anos, houve queda nos registros, com 2.659 casos em 2014; 2.388 em 2015; 2.156 em 2016; 1.992 em 2017; e 2.022 em 2018. Já os acidentes de trabalho são mais frequentes e ocorrem a cada 49 segundos. No mesmo período, foram registrados 4,7 milhões incidentes deste tipo, conforme o Observatório.

Os tipos de lesão mais comuns foram corte e laceração, com 734 mil casos (21%). Em seguida, vêm fraturas, com 610 mil casos (17,5%), contusão e esmagamento, com 547 mil (15,7%), distorção e tensão, com 321 mil (9,2%) e lesão imediata, com 285 mil (8,16%). As áreas mais atingidas foram os dedos (833 mil incidentes), pés (273 mil), mãos (254 mil), joelho (180 mil), partes múltiplas (152 mil) e articulação do tornozelo (135 mil).

As áreas com maior incidência de acidentes de trabalho foram atendimento hospitalar (378 mil), comércio varejista, especialmente supermercados (142 mil), administração pública (119 mil), construção de edifícios (106 mil), transporte de cargas (100 mil) e correio (90 mil). Já no ranking por ocupação, as ocorrências mais frequentes foram as de alimentador de linha de produção (192 mil), técnico de enfermagem (174 mil), faxineiro (109 mil), servente de obras (97 mil) e motorista de caminhão (84 mil).

Entre os homens, os acidentes foram mais frequentes na faixa etária dos 18 aos 24 anos. Já entre as mulheres, no grupo de 30 a 34 anos.

Na distribuição geográfica, os estados com maior ocorrência destes incidentes foram São Paulo (1,3 milhão), Minas Gerais (353 mil), Rio Grande do Sul (278 mil), Rio de Janeiro (271 mil), Paraná (269 mil) e Santa Catarina (185 mil).

Para além dos impactos principais e graves dos danos à vida e à integridade de trabalhadores, os acidentes de trabalho também trazem outras consequências. No período monitorado pelo Observatório, 351 milhões de dias de trabalho foram “perdidos” em razão dos afastamentos. Os gastos estimados neste mesmo intervalo chegaram a mais de R$ 82 bilhões.

Na avaliação do coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, Leonardo Mendonça, o Brasil ainda tem muito o que avançar. Mendonça diz que, a despeito do discurso das empresas considerar a importância da segurança nos locais de trabalho, a preocupação com a produção ainda vem em primeiro lugar.

O procurador argumenta que empregadores devem investir tanto em prevenção como no fornecimento de materiais de segurança. “O ideal é ter um ambiente de trabalho organizado não apenas no sentido de um local limpo, mas saudável, que não seja propenso a adoecimentos”, defendeu, em entrevista á Agência Brasil.

Segundo o procurador, a construção desse ambiente para evitar acidentes e adoecimentos envolve uma preparação do conjunto das empresas, inclusive a formação de seus funcionários e pessoas em postos de chefia. “É preciso fazer capacitações com todos os setores da empresa. Desde o topo até o funcionário de chão de fábrica para que tenha carimbo de que realmente ela se preocupa com saúde”, argumenta.

Em abril, foi lançada a Campanha de Prevenção a Acidentes de Trabalho (Canpat 2019), uma iniciativa conjunta do governo federal, Ministério Público do Trabalho e entidades patronais e de empregadores. O objetivo da iniciativa foi alertar para o problema e estimular empregadores e trabalhadores a construírem ambientes mais saudáveis.

 

 

Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil


RO registra 15 casos de meningite em 2019; 5 pessoas morreram

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Em 2018, foram confirmados 62 casos e oito mortes no estado. Dados constam no Sistema de Informação de Agravo de Notificação da Agevisa.

Meningite pode ser prevenida com vacina. — Foto: Reproducão/TV Anhanguera

 

Cerca de 15 casos de meningite foram registrados em Rondônia este ano. Cinco pessoas morreram da doença. Os dados constam no Sistema de Informação de Agravo de Notificação da Agevisa (SinanNet). No ano passado, foram confirmados 62 casos e oito mortes. A Secretaria de Saúde ainda alerta para o baixo índice de comparecimento de crianças nas campanhas de vacinação.

Por conta disso, profissionais se reuniram durante esta semana em Porto Velho para debaterem formas rápidas e eficazes em prol do combate da doença no estado. Em 2018, houveram 52 casos confirmados, sendo 11 deles pelo critério laboratorial. Oito mortes foram registradas no período.

Veja dados dos casos de meningite em Rondônia, segundo SinanNet/Agevisa-RO:

  • 2018 – 62 casos confirmados, sendo 11 casos por critério laboratorial e 8 óbitos;
  • 2019 – 15 casos confirmados e 5 óbitos.

Conforme a secretária Municipal de Saúde em Jaru (RO), Tatiane Almeida, por exemplo, a falta de vacinação das crianças têm contribuído às estatísticas dos casos de meningite em Rondônia.

“Essa vacina previne os casos mais severos de meningite. A gente tem percebido que não só no caso dessa vacina em específico, mas outras vacinas tem ficado com a cobertura de meta que o Ministério da Saúde propõe abaixo daquele esperado. Em razão muitas vezes da falta de adesão dos próprios pais, eles ficam sentidos da criança levar uma agulhada. Ou muitas vezes tem que deixar o momento de trabalho pra ir levar o filho até a unidade de saúde e isso tem mostrado empecilho pra que essas crianças fiquem imunizadas, visto a importância da imunização na vida da criança. A gente fica muito preocupada em relação a isso”, disse.

A vacinação contra meningite em Jaru, atingiu em 2016 69%, 2017 81% e 2018 77% da meta estipulada pelo Ministério da Saúde. O município registrou entre 2013 e 2018, 10 casos da doença e um homem faleceu em 2017 com sintomas.

Uma das variáveis mais grave da doença pode levar a morte em 24 horas. A meningite é uma doença infecciosa e os principais sintomas são: febre, dor de cabeça intensa, vômito em jato, rigidez na nuca e manchas avermelhadas na pele.

A transmissão ocorre por meio das vias respiratórias por gotículas e secreções nasais e orais expelidas pela pessoa contagiada.

Entenda a meningite — Foto: Arte/G1/Arquivo

Entenda a meningite — Foto: Arte/G1/Arquivo

 

 

Por G1 RO


Programa ‘Aprender com Saúde’ chega na escola Aldemir Lima Cantanhede

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Na última sexta-feira (12), os atendimentos do Programa ‘Aprender com Saúde’ chegaram na escola Aldemir Lima Cantanhede, no setor dois. O programa criado pela prefeitura de Jaru, por meio da secretaria municipal de saúde, tem o objetivo de levar saúde preventiva a todos os alunos da rede municipal de ensino.

Na ocasião, centenas de alunos receberam, entre outros procedimentos, consulta médica, avaliação odontológica, consulta de enfermagem, avaliação nutricional, exames de acuidade visual, administração de vitamina A, e medicação antiverminose; além de vacinação.

As ações contaram com o apoio dos profissionais dos Centros de Saúde Osvaldo Cruz e Carlos Chagas.

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