Pacientes e acompanhantes reclamam de ambulâncias sem ar condicionado em RO

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Temperaturas elevadas tem agravado o estado de saúde dos pacientes.

Acompanhantes já passaram mal durante trajetos longos.

 

Foto:Portalp1

 

A crise no sistema de atendimento médico feito por ambulâncias no município de Jaru (RO), está instalada há um tempo considerável. Pelo menos é isto que afirmam pacientes e acompanhantes, que utilizam os veículos do município e do governo do estado, para se deslocarem na busca de tratamento noutros municípios de Rondônia.

 

Todas as ambulâncias apresentam problemas no sistema de ar condicionado e pior, algumas nem abrem direito as janelas, impedindo que o ar circule e com isto, além do paciente piorar, quem vai junto acompanhando também passa mal e nalguns casos precisa ser socorrido também, por causa do excesso da temperatura que passa fácil de 45 graus.

 

Para os pacientes ouvidos, a situação dessas ambulâncias são preocupantes. “Já houve diversos casos em que os funcionários passaram mal por causa da temperatura, imaginem um paciente com enfermidade”, questionou uma senhora que teria acompanhado o filho.

 

Há quem denunciem diversas outras ocorrências que não foram confirmadas pelas equipes que trabalham nas unidades de transporte de pacientes, mas também não negaram.

 

O que precisa ser feito é uma mudança de atitude da parte de quem coordena o serviço, a fim de atender com dignidade quem paga altíssimos impostos e ainda é obrigado a conviver com uma situação tão desgastante, num momento de dificuldade física, psíquica e emocional, que é a presença de uma enfermidade.

Segundo o que apurou nossa reportagem, são poucas ambulâncias com ar-condicionados nos municípios de Rondônia. Em Jaru apenas uma ambulância tem ar-condicionado, em Theobroma todas tem ar-condicionado, em Jorge Teixeira uma delas existe ar-condicionado, no Hospital Cosme Damião que atende crianças em Porto Velho, as ambulâncias parecem mais um forno de tão quentes.

 

Da Redação PortalP1