Saiba quanto o trabalhador receberá de lucro do FGTS e como faz para sacar

  Valor para cada conta é proporcional a saldo em 31 de dezembro      A distribuição de quase R$ 13 bilhões do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2024, aprovada na quinta-feira (24) pelo Conselho Curador do fundo, será dividida proporcionalmente entre os cotistas. Quanto maior o saldo da conta vinculada ao … Leia Mais



Saiba Quais São as Perspectivas para a Economia Brasileira em 2025

  A economia brasileira enfrenta um cenário desafiador para 2025, com expectativas de crescimento moderado, mas com algumas incertezas em relação aos índices de inflação, políticas fiscais e o mercado de trabalho. O ano de 2024 já se mostrou um período de transição para o Brasil, com o PIB crescendo de forma sólida em alguns … Leia Mais


Novo salário mínimo; o que passa a valer no início de 2025

  A partir de 1º de janeiro de 2025, diversas mudanças na lei entrarão em vigor no Brasil. No primeiro dia do ano também passa a valer o valor do novo salário mínimo, que será de R$1.518, um aumento de R$ 106 — equivalente a 7,5%. Com isso, haverá aumento real, acima da inflação.    Com … Leia Mais


A importância das metas financeiras

  O gerenciamento das finanças pessoais é um aspecto crucial para aqueles que desejam aumentar seu capital em 2024. Em um ambiente econômico em constante mudança, é essencial adotar estratégias eficazes que não apenas protejam os ativos, mas também aumentem seu valor. Há várias maneiras de gerenciar e investir suas economias, e cada uma delas … Leia Mais


Aneel reduz para amarela bandeira tarifária de energia em novembro

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Fernando Frazão/Agência Brasil

 

  • Melhora no volume de chuvas motivou revisão de tarifa extra

 

Após dois meses no nível vermelho, a bandeira tarifária para novembro será amarela, com cobrança extra de R$ 1,885 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu a bandeira tarifária.

 

Em outubro, a bandeira estava no nível vermelho patamar 2, a mais cara de todas, com a cobrança de R$ 7,877 por 100 kWh. Desde agosto de 2021 que a tarifa mais alta não era acionada.

 

Segundo a Aneel, um dos fatores que determinaram a redução da bandeira tarifária para amarela foi a melhoria nas condições de geração de energia no país. A agência reguladora, no entanto, informou que a previsão de chuvas e de vazões nas regiões das hidrelétricas continua abaixo da média, o que justifica o acionamento da bandeira tarifária para cobrir os custos da geração termelétrica para atender às necessidades dos consumidores.

 

Uma sequência de bandeiras verdes, sem a cobrança de tarifas extras, foi iniciada em abril de 2022. A série foi interrompida em julho deste ano, com a bandeira amarela, seguida da bandeira verde em agosto, e da vermelho patamar 1, em setembro. Com as ondas de calor e as fortes secas no início do segundo semestre, a Aneel acionou a bandeira vermelha patamar 2 em outubro.

 

Bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

 

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

 

O SIN é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN, à exceção de algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

 

Segundo a Aneel, as bandeiras permitem ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia.

“Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo para ajudar a reduzir o valor da conta”, avalia a agência.

 

 

 

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil


Cultivo sustentável de Macaúba em Rondônia promete impulsionar economia local

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Cultivo sustentável de Macaúba em Rondônia promete impulsionar economia local

 

  • Empresário Maurício Conti aposta na macaúba em Rondônia, destacando seu potencial econômico, ambiental e de geração de empregos, superando culturas tradicionais como a soja.

 

Pesquisas recentes revelam que a macaúba (Acrocomia aculeata), uma palmeira nativa da América Latina, pode gerar até seis vezes mais óleo do que a soja. Esta planta, frequentemente chamada de “ouro amarelo”, destaca-se como uma fonte renovável de energia sustentável, com grande potencial econômico e ambiental. A macaúba pode ser usada para a produção de biocombustível e cultivada em conjunto com outras culturas agrícolas, tornando-a versátil e promissora.

 

Pioneirismo em Rondônia

O empresário Maurício Conte é pioneiro no plantio da macaúba em Rondônia, com foco na sustentabilidade e geração de emprego e renda sem degradar o meio ambiente, ao contrário de outras culturas predominantes no PIB da região. Em Pimenta Bueno, RO, a empresa Yanayaco Amazon Palms já iniciou a produção experimental com o plantio de mais de 15 hectares.

 

Alta Produtividade

A macaúba, que pode atingir até 15 metros de altura, possui um enorme potencial para a produção de biodiesel, superando em produtividade outras culturas tradicionais como a soja e o dendê. Pesquisas da Embrapa indicam que a macaúba pode produzir cerca de cinco toneladas de óleo por hectare, enquanto a soja produz aproximadamente 500 kg por hectare.

 

Utilização Multifuncional

Carlos Colombo, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), destaca as diversas aplicações da macaúba. O fruto da palmeira pode ser utilizado nas indústrias alimentícia, cosmética, energética e agrícola. Dois tipos de óleo são extraídos da polpa e da amêndoa do fruto, com aplicações que vão da produção de alimentos à fabricação de biodiesel.

 

Além do óleo, outros subprodutos da macaúba são valiosos. A casca pode ser usada na ração animal, a torta da polpa é rica em fibras e proteínas, e a torta da amêndoa, contendo cerca de 38% de proteína, pode ser consumida por humanos e animais. A madeira da planta é durável e pode ser utilizada em revestimentos, enquanto as folhas são aproveitadas no artesanato e na produção de fibras têxteis.

 

Energia Renovável e Sustentabilidade

O biodiesel produzido a partir do óleo da macaúba é uma solução sustentável, emitindo menos poluentes em comparação com os combustíveis fósseis tradicionais. Políticas globais estão cada vez mais voltadas para a substituição de fontes de energia derivadas do petróleo por alternativas renováveis.

 

Expansão e Geração de Empregos

Maurício Conte destaca que a planta pode ser cultivada juntamente com outras culturas, como soja e milho, além de pastagem para bovinos, criando dois andares de produção sustentável. Ele enfatiza que a macaúba gera significativamente mais empregos que a soja, criando quatro empregos a cada 10 hectares, comparado com a soja que gera a mesma quantidade de empregos a cada 200 hectares. A produção de soja é automatizada, enquanto a macaúba requer mão de obra manual, cenário que não deve mudar mesmo com o avanço da tecnologia.

 

Projeto Yanayaco Amazon Palms: Um Futuro Sustentável

O projeto Yanayaco Amazon Palms representa uma visão inovadora para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A iniciativa busca desbloquear o potencial da macaúba através da clonagem de alta performance, restaurar áreas degradadas e gerar emprego e renda para a agricultura familiar. O projeto também promove a biodiversidade e a coexistência harmônica entre atividade econômica e preservação ambiental.

 

Gestão Ambiental e Selo Verde

A Yanayaco Amazon Palms destaca-se por adotar um rigoroso sistema de gestão ambiental que segue padrões internacionais e realiza monitoramentos contínuos para avaliar os impactos ambientais de suas operações. A transparência é uma prioridade, com a divulgação regular de informações detalhadas sobre suas ações ambientais. A empresa também busca constantemente melhorar suas práticas e tecnologias através de investimentos em pesquisa e desenvolvimento. A obtenção do Selo Verde demonstra que a Yanayaco consegue aliar desenvolvimento econômico e conservação ambiental.

 

Iniciativas como a de Maurício Conte à frente do projeto Yanayaco Amazon Palms demonstram que é possível conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental, construindo um futuro próspero e sustentável para a Amazônia.

 

Veja a reportagem sobre a Macúba em Rondônia

 

Cultivo sustentável de Macaúba em Rondônia promete impulsionar economia local

 

 


Saiba o que fazer se você perdeu o prazo para enviar a declaração; o g1 explica, veja o vídeo

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  • Multa para quem não entregou é de, no mínimo, R$ 165,74, mas pode atingir 20% do imposto devido.

 

O prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda 2024 terminou na última sexta-feira (31) e, quem é obrigado a declarar e não enviou o documento em tempo, agora está em dívida com o Leão.

A declaração em atraso poderá ser entregue já a partir das 8h desta segunda (3).

Segundo informações do Fisco, no caso de apresentação da declaração após o prazo previsto ou da não apresentação do documento, o contribuinte que é obrigado a declarar fica sujeito ao pagamento de multa por atraso, calculada da seguinte forma:

  • Multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculado sobre o valor do imposto devido na declaração, ainda que integralmente pago, até um teto de 20%;
  • Multa mínima de R$ 165,74 (apenas para quem estava “obrigado a declarar”, mesmo sem imposto a pagar)

 

De acordo com a Receita Federal, a recomendação é que o contribuinte regularize sua situação o quanto antes.

VEJA O VÍDEO E A MATÉRIA COMPLETA AQUI 


Em Rondônia, BNDES amplia clientes e aprovações de crédito chegam a R$ 202,5 milhões

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Em Rondônia, BNDES amplia clientes e aprovações de crédito chegam a R$ 202,5 milhões

 

 

  • Balanço do primeiro trimestre de 2024 revela que as ações do Banco no estado beneficiaram setores importantes, com destaque para a agropecuária

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou as aprovações de crédito para empresas em Rondônia nos primeiros três meses de 2024, beneficiando 877 negócios, 630 a mais que em 2023. No período, a instituição aprovou R$ 202,5 milhões, valor 133% superior ao primeiro trimestre de 2023, quando a instituição tinha aprovado R$ 86,8 milhões.

 

As aprovações alcançaram setores importantes para a economia local, como R$ 102,5 para agropecuária, R$ 81,2 milhões para comércio e serviços, R$ 6,4 milhões para indústria e R$ 12,4 milhões para infraestrutura. Todas as aprovações foram destinadas a micro, pequenas e médias empresas, as aprovações somaram R$ 226,4 milhões, valor 242% maior que em 2023.

 

“Retomamos a missão do BNDES de promover o desenvolvimento do país, em todas as regiões, contribuindo para o fortalecimento dos negócios e a geração de emprego e renda, prioridades do governo do presidente Lula”, explica o presidente do banco, Aloizio Mercadante. “O excelente resultado do Banco no primeiro trimestre comprova que a economia brasileira está crescendo e que a ampliação do acesso ao crédito traz benefícios para todos”, completa.

 

Na região Norte, as aprovações cresceram 75% em relação ao primeiro trimestre de 2023, totalizando R$ 916,7 milhões. Foram R$ 173,2 milhões para infraestrutura, R$ 307,2 milhões para o setor de comércio e serviços, R$ 373,4 milhões para a agropecuária e R$ 62,9 milhões para a indústria. Aprovações para micro, pequenas e médias empresas somaram R$ 678 milhões, um aumento de 166% em relação a 2023. No primeiro trimestre do ano, o BNDES apoiou 1.460 negócios na região, 70,6% a mais que no mesmo período de 2023.

 

Brasil – No primeiro trimestre deste ano, em todo o país, as aprovações de crédito somaram R$ 24,7 bilhões, um aumento de 91% em relação a 2023, o melhor resultado dos últimos dez anos, beneficiando 42.737 negócios, número superior aos 26.427 negócios apoiados no mesmo período do ano passado. As aprovações cresceram em todos os setores fundamentais para a economia brasileira, como agropecuária (50%), com valor de R$ 6,8 bilhões, comércio e serviços (65%), totalizando R$ 4,4 bilhões, indústria (189%), com R$ 6,8 bilhões, e infraestrutura (97%), com R$ 6,6 bilhões. Nos três primeiros meses do ano, aprovações para micro, pequenas e médias empresas somaram R$ 13,2 bilhões, aumento de 52,2% em relação a 2023.

 

Mais clientes e mais aprovações em 2023 – Em todo o ano de 2023, o BNDES já havia ampliado o apoio aos negócios no estado, totalizando 1.643 clientes, 394 a mais que em 2022. No ano passado, o Banco também aumentou as aprovações de operações de crédito, que totalizaram R$ 1,1 bilhão, crescimento de 111%.

 

Na região Norte, as aprovações em 2023 cresceram 153% no acumulado do ano, totalizando R$ 12 bilhões. Sendo R$ 5,6 bilhões para infraestrutura, R$ 3,8 bilhões para o setor de comércio e serviços, R$ 2,4 bilhões para a agropecuária, e R$ 300 milhões para a indústria. Empresas de grande porte representaram 70,7% das aprovações (contra 40,7% em 2022) e 48,5% dos desembolsos. Os desembolsos para as micro, pequenas e médias empresas somaram R$ 2 bilhões, 51,48% do total de desembolsos para a região, que somou R$ 4 bilhões. Em 2023, o BNDES também apoiou 600 negócios a mais que no ano anterior, totalizando 3.822 clientes.

 

Por: Assessoria


Mercado eleva para 1,68% projeção de expansão da economia em 2024

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Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

 

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu, passando de 1,6% para 1,68%. A estimativa está no boletim Focus desta quinta-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

 

Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) – é de crescimento de 2%, a mesma projeção para 2026 e 2027.

 

Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi 3,2%.

 

Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível de antes da pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019. Os dados do quarto trimestre de 2023, com o consolidado do ano, serão divulgados pelo IBGE em 1º de março.

 

A previsão de cotação do dólar está em R$ 4,93 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$5.

 

Inflação

Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – para 2024 passou de 3,82% para 3,81%. Para 2025, a projeção da inflação subiu de 3,51% para 3,52%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

 

A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com a mesma tolerância

 

Em janeiro, pressionada pela alta dos alimentos, a inflação do país foi 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.

 

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. A segunda reunião do ano do Copom está marcada para 19 e 20 de março.

 

Em comunicado, o Copom indicou que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista “necessária para o processo desinflacionário”. O órgão informou que a interrupção dos cortes dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.

 

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.

 

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

 

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.

 

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

 

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

 

 

 

Fonte: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília


Salário mínimo de R$ 1.412,00 entra em vigor em 01 de janeiro de 2024

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Salário mínimo de R$ 1.412,00 entra em vigor em 01 de janeiro de 2024

 

 

  • Salário mínimo de 2024 terá ganho real e crescerá três pontos percentuais além dos 3,85% da inflação

 

  • Governo Federal reitera a política de valorização do salário mínimo como estratégia central para a redução da desigualdade, garantindo crescimento com inclusão social

 

Governo Federal confirmou nesta quarta-feira, 27 de dezembro, o valor de R$ 1.412 para o novo salário-mínimo em 2024. O valor — que representa uma alta de 6,97% em comparação aos R$ 1.320 em vigor neste ano — entra em vigor em 1º de janeiro e será pago a trabalhadores, aposentados, pensionistas e pessoas que recebem benefícios de auxílio-doença ou de prestação continuada (BPC).

 

 O Decreto 11.864/23 foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

O reajuste, antecipado na semana passada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, só foi possível devido às diretrizes do Grupo de Trabalho de Valorização do Salário Mínimo, criado em fevereiro pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (Decreto 11.420/23). O cálculo feito pelo GT considera a variação da inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores.

 

Com efeito, o novo valor inclui a inflação em 12 meses (até novembro) de 3,85% e mais três pontos percentuais (ganho real) relativos à expansão do PIB em 2022. A política de valorização do salário mínimo é um compromisso assumido ainda no início do ano. O próprio salário mínimo de R$ 1.320 foi definido a partir de maio e anunciado em pronunciamento do presidente à nação. No início de 2023, o salário mínimo era de R$ 1.302.

 

No mesmo mês, o governo brasileiro enviou ao Congresso proposta de política de valorização do salário mínimo. O texto previa a retomada da fórmula que leva em conta o crescimento econômico do país e a recomposição de perdas inflacionárias. “É preciso lembrar que a valorização do salário mínimo não é essencial apenas para quem ganha salário mínimo. Com mais dinheiro em circulação, as vendas do comércio aumentam, a indústria produz mais. A roda da economia volta a girar e novos empregos são criados”, lembrou Lula, em seu pronunciamento à nação.

 

De acordo com a Constituição, o salário mínimo precisa ser reajustado (no mínimo) pela inflação, para garantir o poder de compra da população. Nos governos passados, o reajuste do salário mínimo seguiu exatamente essa regra. Foi reajustado apenas pela inflação, sem ganho real.

 

IMPOSTO DE RENDA — Em agosto, ao sancionar o texto da Lei 14.663/23, o presidente Lula consolidou o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) da Pessoa Física, de forma permanente e já em 2023. Mais de 13 milhões de pessoas foram beneficiadas e não terão que pagar o imposto, nem na fonte, nem na declaração de ajuste anual.

Quem recebe até R$ 2.640 por mês passou a ser isento do IR, em substituição à regra anterior, que isentava aqueles que ganhavam até R$ 1.903,98. Também foi estabelecida a possibilidade de os contribuintes não isentos optarem por um desconto de R$ 528 em relação ao imposto devido, sem necessidade de comprovar despesas à Receita. Isso quer dizer que as pessoas físicas que recebem mensalmente até R$ 2.640, se decidirem por essa dedução simplificada, também não vão precisar pagar IR.

As alíquotas para as demais faixas de rendimentos mensais não foram alteradas. Porém, as pessoas nesta condição também foram beneficiadas, uma vez que pagam o IR com base no que excede o valor isento. A mudança da faixa de isenção tem efeitos no IR de 2024, mas quem tem desconto na fonte já percebeu a mudança no valor retido no salário desde setembro.

 

“Até o final do meu mandato, a isenção valerá para até R$ 5 mil reais por mês”, assegurou o presidente Lula. A última atualização da tabela do IR ocorreu em 2015. Desde então, a inflação foi de aproximadamente 50% e nenhum reajuste ocorreu.

 

 

Fonte: Governo Federal


Refis de Jaru é prorrogado até dezembro, a notícia foi dada na Rede Amazônica, veja a entrevista

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P Nascimento anuncia a entrevista com o secretário municipal de finanças de Jaru

 

 

O secretário municipal de finanças de Jaru (RO), Igor Zanol concedeu entrevista ao jornalista Pedro Nascimento na Rede Amazônica, no Programa Bom dia Rondônia, onde anunciou que o Refis foi prorrogado até dezembro. Acompanhe a entrevista completa no link a seguir, na Globo Play ou no g1/RO.

 

ENTREVISTA COMPLETA AQUI

Jornalista P Nascimento entrevistando o secretário municipal de finanças de Jaru – Igor Zanol

 

 

O contribuinte jaruense que possui débitos vencidos na Prefeitura de Jaru, poderá aproveitar as condições especiais do REFIS 2023, para se regularizar até o dia 16 de dezembro.

O programa municipal de refinanciamento de dívidas, prevê descontos de até 95% sobre juros e multas ou parcelamentos em até 48 vezes.

A proposta é válida para, IPTU, ISSQN, ITBI, TAXAS, entre outros, vencidos até o dia 31 de dezembro de 2022.

Para renegociar é só procurar a Central de Atendimento da Prefeitura de Jaru, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30.

 

 

CONDIÇÕES DE PAGAMENTO DURANTE O REFIS

95% de desconto em juros e multas para pagamento a vista.

 

90% de desconto parcelado em até 6 vezes, com 10% de entrada do valor principal.

 

85% de desconto parcelado em até 12 vezes, com 15% de entrada do valor principal.

 

80% de desconto em até 24 parcelas com 20% de entrada do valor principal.

 

75% de desconto em até 36 parcelas com 25% de entrada do valor principal.

 

70% de desconto em até 48 parcelas com 30% de entrada do valor principal.

 

 

portal p1


Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 5

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Caixa Econômica/Foto: Arquivo portal p1

 

  • Parcela tem adicional de R$ 50 a gestantes e filhos de 7 a 18 anos 

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (24/08) a parcela de agosto do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5. Essa é a quarta parcela com o novo adicional de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos. 

 

Desde março, o Bolsa Família paga outro adicional, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos. Dessa forma, o valor total do benefício poderá chegar a R$ 900 para quem cumpre os requisitos para receber os dois adicionais. 

 

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 686,04. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,14 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,25 bilhões. 

 

Desde julho, passou a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 99,7 mil famílias foram canceladas do programa por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS. 

 

Em compensação, 300 mil famílias foram incluídas no programa em agosto. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis com direito ao complemento de renda, mas que não recebem o benefício. Desde março, mais de 1,6 milhão de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família. 

 

Regra de proteção 

Quase 2,1 milhões de famílias estão na regra de proteção em agosto. Em vigor desde junho, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário-mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 377,42. 

 

Reestruturação 

Desde o início do ano, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício. 

 

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), a fim de eliminar fraudes. Segundo o balanço mais recente, divulgado em abril, cerca de 3 milhões de indivíduos com inconsistências no cadastro tiveram o benefício cortado. 

 

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. 

 

Auxílio Gás 

O Auxílio Gás também será pago nesta quinta às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 5. O valor caiu para R$ 108, por causa das reduções recentes no preço do botijão. 

 

Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia 5,63 milhões de famílias neste mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição e da medida provisória do Novo Bolsa Família, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg até o fim do ano. 

 

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. 

 

 

Fonte: Agência Brasil 


Governo lança canal de denúncias sobre preço de combustíveis

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portal p1/ reprodução-Agência Brasil

 

  •  Plataforma receberá informações de valores abusivos cobrados em postos 

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, lançou nesta segunda-feira (22/05) um canal de denúncias específico para cobrança de preços abusivos nos postos de combustíveis. Os consumidores poderão registrar reclamações em um formulário online, que já está disponível. 

 

A iniciativa é mais um desdobramento das ações para tentar fazer valer a decisão da Petrobras, que reduziu nesta semana o preço dos combustíveis vendidos às distribuidoras. A redução foi de R$ 0,44 por litro do preço médio do diesel, que caiu de R$ 3,46 para R$ 3,02, e de R$ 0,40 por litro da gasolina, passando de R$ 3,18 para R$ 2,78. 

 

Apesar disso, consumidores de diversas partes do país reclamaram que as reduções nos valores não foram repassados e, em alguns casos, o preço até subiu para em seguida voltar ao patamar anterior, como forma de fraudar uma redução. 

 

Para verificar se os postos de abastecimento estão repassando de forma adequada as variações de preço ao consumidor final e se estão cumprindo as normas e regulamentações vigentes, a Senacon coordenará, na próxima quarta-feira (24/05), o Mutirão do Preço Justo, em todo o Brasil. 

 

Com apoio dos Procons, será feito o monitoramento da precificação dos combustíveis nas cidades brasileiras, com envio para a Senacon do maior e do menor valor encontrado nos estabelecimentos. O relatório com os dados será apresentado ao público no dia 30 de maio. 

 

Curso 

 

Em outra iniciativa, o governo está com inscrições abertas, até o dia 29 de maio, para o curso Conhecendo o Mercado de Combustíveis. A formação pretende apresentar o funcionamento do mercado de combustíveis, possibilitando conhecer as características dos produtos comercializados e como o poder público age para regular essa atividade por meio da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). 

 

Segundo o governo, o curso tem carga horária de 20 horas e foi desenvolvido visando, prioritariamente, os consumidores, agentes públicos de órgãos vinculados à proteção da defesa do consumidor e agentes de mercado. 

 

 

 

 

Fonte: Agência Brasil – Brasília 

 


Abate de bovinos, frangos e suínos aumenta no quarto trimestre de 2022

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  • Produção de couro e ovos de galinha cresce, mas compra de leite cai

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (10), os resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária. Os resultados completos vão ser divulgados em 15 de março.

 

Pelos dados obtidos até agora, o abate de bovinos aumentou 6,9%, o de suínos, 2,7%, e o de frangos, 2,1%, no quarto trimestre de 2022. A comparação é feita com o mesmo trimestre de 2021.

 

 

Sobre os derivados animais, houve crescimento na aquisição de ovos de galinha. A produção foi de 1,03 bilhão de dúzias, alta de 3,1%.

A aquisição de couro pelos curtumes foi 4,5% maior, com produção de 7,55 milhões de peças inteiras de couro cru. A aquisição de leite caiu 4,2%, ficando com 6,23 bilhões de litros no total.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro


Câmara Municipal aprova aumento de 96% nos salários dos vereadores de Ariquemes, RO

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Câmara de Vereadores de Ariquemes, RO — Foto: Jemima Quéren/Rede Amazônica

 

 

 

  • Prefeito, vice-prefeito e secretários também serão beneficiados com aumentos nos subsídios.

 

A Câmara Municipal de Ariquemes (RO) aprovou, no início da semana, um projeto de lei que sugere um aumento de 96% nos salários dos vereadores. O valor pago atualmente é de R$ 7.900 e, caso a lei seja sancionada, deve subir para R$ 15.500.

 

Na mesma ocasião, os vereadores também votaram a favor de uma segunda lei que prevê acréscimo nos subsídios do prefeito, vice e secretários do município.

 

 

Veja os valores antes e depois da lei:

 

Salários de prefeitos, vice, vereadores e secretários de Ariquemes, RO

CargoSalário sem reajusteSalário com reajuste
VereadoresR$ 7.900,00R$ 15.500,00
PrefeitoR$ 21.000,00R$ 27.700,00
Vice-prefeitoR$ 12.607,00R$ 17.000,00
SecretáriosR$ 13.132,50R$ 17.000,00

 

 

Justificativa

 

Para justificar o aumento, os textos das leis argumentam que os salários dos parlamentares não são reajustados desde 2012. O aumento visa “disponibilizar aos agentes políticos todos os meios financeiros e de logística necessários para o fiel cumprimento de suas respectivas atribuições”.

 

A votação dos projetos foi quase unânime, sendo dez votos a favor e dois contras. A proposta segue para sanção da prefeita do município.

 

O novo salário proposto aos vereadores é maior do que o valor recebido pelos parlamentares que exercem a mesma função em Porto Velho, que é de R$ 13.951,75.

 

 

 

 

Fonte: Jemima Quéren/Rede Amazônica

 

 


Região Norte encerra janeiro com os preços mais altos do País para a gasolina e o diesel, aponta Ticket Log

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De acordo com o último levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) a Região Norte encerrou janeiro com os preços médios mais altos do País para a gasolina e o diesel. A gasolina fechou o período a R$ 5,51, com 1,14% de aumento, em relação a dezembro. O litro do diesel comum na região foi encontrado a R$ 7,23, com recuo de 1,38%, enquanto o S-10 foi comercializado a R$ 7,35, após redução de 1,63%. O etanol, por sua vez, foi encontrado a R$ 4,52, segunda maior média do País, com recuo de 1,93%, única redução entre as regiões. Já entre os Estados, Roraima se destacou ao apresentar o maior preço médio do País para todos os combustíveis.

 

“Devemos ficar atentos aos reflexos do último aumento de 7,47% para a gasolina vendida às refinarias, válido desde 25 de janeiro, o que deve se refletir ainda mais no preço do litro nos próximos dias. Apesar do recuo no preço do etanol, no período a gasolina se apresentou como a opção mais vantajosa para abastecimento em todos os Estados do Norte, exceto no Amapá e Pará, onde não foi possível analisar. Por ser produzido com cana-de-açúcar ou milho, o etanol é capaz de reduzir consideravelmente as emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas e é considerado ecologicamente mais viável para abastecimento”, aponta Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

 

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

 

Confira as tabelas com as médias de cada Estado da Região Norte:

 

 

 

 

 

 

Sobre a Ticket Log

A Ticket Log compõe a linha de negócios de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil. Disponível para companhias de todos os portes e segmentos, a marca conecta empresas e pessoas por meio de soluções inovadoras e digitais de gestão de frotas e mobilidade, com o objetivo de simplificar processos e rotinas com informação, inteligência e de forma mais sustentável.

Com mais de 30 anos de experiência no mercado e 30 mil empresas clientes, a Ticket Log administra 1 milhão de veículos e quase 2,5 bilhões de litros de combustível por ano. Além disso, conta com uma rede de aceitação de mais de 43 mil parceiros credenciados, entre os quais, postos de combustíveis, oficinas mecânicas e outros serviços de mobilidade, como transporte individual e aluguel de bicicletas.

 

A Ticket Log também disponibiliza ao mercado o IPTL, um índice nacional sobre a variação de preço dos combustíveis, levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos de todo o Brasil credenciados à marca.

A marca é parte da Edenred, plataforma global e digital de serviços de meios de pagamento que atua como companheira de todas as horas para os trabalhadores, empresas e comerciantes. Líder em seu segmento, conecta 52 milhões de usuários, 2 milhões de estabelecimentos e 950 mil empresas clientes, em 45 países.

 


Novas regras do Pix passam a valer a partir do dia 02 de janeiro de 2023

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  • Limite de transação deixa de existir e horário noturno é flexibilizado

 

 

Sistema de transferências instantâneas em vigor desde novembro de 2020, o Pix entra em 2023 com novas regras. A partir de hoje (2), o limite individual por transação deixa de existir, o horário noturno passará a ser personalizado e os valores das modalidades Pix Saque e Pix Troco aumentarão.

 

As mudanças haviam sido anunciadas pelo Banco Central (BC) no início de dezembro. Segundo a autoridade monetária, as novas regras oferecerão mais segurança e flexibilidade ao mecanismo de pagamento, que bateu recorde de 104,1 milhões de transações por dia com o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro, em 20 de dezembro.

 

Segundo o BC, a sugestão para abolir o limite por operação foi feita em setembro pelo Fórum Pix, grupo de trabalho coordenado pelo órgão e secretariado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que reúne as instituições participantes do Pix. Segundo o grupo, o valor máximo por transação era pouco efetivo porque o usuário pode fazer diversas operações pelo valor do limite, desde que respeite a quantia fixada para o período diurno ou noturno.

 

Confira as mudanças

Fim do limite por transação

  • A partir de hoje, o Pix deixa de ter um limite individual por transação, passando a valer apenas os limites diários por período (diurno ou noturno). Dessa forma, o cliente poderá transferir de uma vez todo o limite do período ou fazê-lo em diversas vezes. As regras para o cliente personalizar os limites do Pix não mudaram. As instituições financeiras terão de 24 a 48 horas para acatar a ampliação dos limites e deverão aceitar imediatamente os pedidos de redução.

 

Flexibilização do limite noturno

  • Até agora, o período noturno, em que os limites de transferência são mais baixos, começavam às 20h e iam até as 6h do dia seguinte. Com a mudança, o correntista pode escolher se o período noturno começará às 22h, terminando às 6h.

 

Pix Saque e Troco

  • Aumento dos valores disponíveis nas modalidades. Até agora, era possível sacar ou receber como troco R$ 500 via Pix durante o dia e R$ 100 à noite. As quantias passaram para R$ 3 mil no período diurno e R$ 1 mil no período noturno.

 

Transferências a empresas

  • BC retirou limite para transferências a contas de pessoas jurídicas pelo Pix. Caberá a cada instituição financeira determinar o valor máximo.

 

Compras

  • Os limites das operações Pix com finalidade de compra passarão a ser iguais aos da Transferência Eletrônica Disponível (TED). Antes, eram atrelados aos limites dos cartões de débito.

 

Aposentadorias e pensões

  • Tesouro Nacional poderá pagar aposentadorias, pensões e salários ao funcionalismo por meio de conta-salário associada ao Pix. Até agora, o PagTesouro, sistema da Secretaria do Tesouro Nacional que permite pagamentos pelo Pix, estava disponível apenas para receber taxas e multas, substituindo a Guia de Recolhimento à União (GRU).

 

Correspondentes bancários

  • O BC facilitará o recebimento de recursos por correspondentes bancários por meio do Pix. Cada correspondente bancário poderá ter uma conta em seu nome para movimentação de valores relativos à prestação de serviços, desde que usada apenas para receber recursos.

 

Todas essas regras valem a partir de hoje (2). Na instrução normativa editada em dezembro, o BC estabeleceu que, a partir de 3 de julho de 2023, as instituições financeiras estarão obrigadas a oferecer, no aplicativo associado ao Pix, uma funcionalidade para o cliente gerir os limites e personalizar o início do horário noturno. A maioria das instituições já oferece o recurso aos usuários, de forma facultativa.

 

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília