
No ano passado, o fornecimento de energia foi interrompido quase 5 vezes, de acordo com a média da agência
Em 2024, os brasileiros ficaram 10,24 horas sem energia por conta de interrupções no fornecimento, de acordo com o relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), divulgado nesta quarta-feira (2).
O tempo sem energia é 1,7% menor em relação a 2023, quando a agência contabilizou a média de 10,42 horas. A frequência das interrupções foi de 4,89 vezes no ano passado, redução de 5% em comparação com o ano anterior.
Apesar da melhora na qualidade dos serviços das concessionárias distribuidoras de energia elétrica indicada pelo relatório, as empresas estão gastando mais em compensações financeiras aos consumidores pelas falhas.
No ano passado, as empresas pagaram R$ 1,122 bilhão aos consumidores para compensar problemas no fornecimento. O número cresce desde 2022, quando foi pago R$ 765 milhões.
Entre as concessionárias de grande porte, com mais de 400 mil consumidores, a Companhia Jaguari de Energia (CPFL SANTA CRUZ) de São Paulo, ocupou a primeira posição do ranking de desempenho.
Em último lugar ficou a CEEE, do Grupo Equatorial, que atende municípios do Rio Grande do Sul. Veja o ranking completo das concessionárias:
1º CPFL SANTA CRUZ
2º EPB
3º ERO
3º NEOENERGIA COSERN
5º ESS
5º CPFL PAULISTA
5º EDP ES
8º EQUATORIAL PA
9º ETO
9º EMT
11º CPFL PIRATININGA
12º EMR
13º NEOENERGIA COELBAR
13º NEOENERGIA ELEKTRO
15º EDP SP
15º EMS
17º RGE
18º ESE
18º NEOENERGIA BRASÍLIA
18º NEOENERGIA PERNAMBUCO
21º ENEL SP
21º EQUATORIAL PI
21º LIGHT SESA
24º ENEL CE
25º EQUATORIAL MA
26º CELESC
27º ENEL RJ
28º CEMIG
29º COPEL
30º EQUATORIAL GO
31º CEEE
Fonte: Guilherme Gamam, da CNN, São Paulo
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