Manoel Ribeiro Mendes no Setor-04 em Jaru tem a ‘casa do tráfico’

Publicada em


Em trinta dias, foram três abordagens, apreensões e conduções de pessoas.
Corrupção de menores e crimes como receptação, além de tráfico.

É a terceira abordagem em menos de 30 dias

 

A briosa Polícia Militar de Jaru (RO) tem sido além de esmera no combate ao tráfico de drogas. São várias apreensões em 2019, inclusive repetidas vezes, no mesmo lugar, como é o caso da residência na rua Manoel Ribeiro Mendes, altura do numeral 2691, Setor-04, onde em menos de um mês, já foram feitas três apreensões de drogas, objetos de procedência duvidosa e ainda, a constatação de corrupção de menores, criados em meio ao crime, como se ele fosse banal e pior ‘legal’ ou ao menos praticável.

Na famosinha residência, que fica próximo de uma igreja evangélica, a PM abordou W. F. dos A., de 27 anos, que estava perto da casa do tráfico, foi abordado, mas liberado, pois, disse que iria cortar o cabelo e não havia nada de ilícito com ele.

Nas dependências da boca de fumo, foram encontradas H. G. C., de 19 anos, além de A. da S. C., de 19 anos, usuária de ‘tornozeleira eletrônica’ por ter sido condenada pelo crime de tráfico de drogas. Ambas estavam no interior da casa e receberam voz de prisão.

H. G. disse aos policiais que escondeu drogas numa lata de mucilon, alimento que era dado para uma criança pequena, que estava com as suspeitas.

Drogas e objetos foram apreendidos

A. da S. C., confessou ser dona da droga, do dinheiro, cerca de R$ 50, e também responsável pela casa. Várias pessoas estariam de algum modo envolvidos, com a ‘casa do tráfico’, que foi denunciada, averiguada e registrada como um local aonde se praticam vários crimes, delitos e infrações. O que mais a justiça precisa para de uma vez por todas, ao menos não abrandar as penas?

De acordo com a Polícia Militar no boletim de ocorrência 92025/2019 vizinhos procuraram os policias no local e disseram que a circulação de usuários é grande na ‘tal casa do tráfico’, porém nenhum quis se identificar e/ou testemunhar.

Como dito no inicio da matéria, a briosa Polícia Militar tem feito, cumprido com seu papel e registrou ocorrências de protocolo números 3057500543 e 3035700374, inclusive, sendo que a ultima foi registrada cerca de dois dias antes, mas quando a justiça solta, os envolvidos, ou pelo menos parte deles, retornam para o local e começam a praticar os mesmos crimes novamente.
A. da S. C., acusou os policiais de importunação sexual, os acusando de ameaçarem enviar o fuzil no seu órgão sexual. Ela disse que contaria ao juiz, este acreditaria e a liberaria em seguida.

A PM também acionou o Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente para assumir a guarda da criança que estava na casa com as pessoas envolvidas com tráfico.

 

Lata de mucilon foi usada para esconder drogas.

Jornal Eletrônico Portal P1