Em audiência com Bolsonaro, Mosquini pede atenção para regularização fundiária em Rondônia

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O Deputado Federal Lucio Mosquini participou na tarde desta terça-feira, 04 de dezembro, em Brasília, de uma audiência com o Presidente eleito Jair Bolsonaro, para pedir mais atenção referente às questões de regularização fundiária, no estado de Rondônia.
O encontro ocorreu no Centro Cultural Banco do Brasil, e reuniu diversas autoridades. Durante o encontro, o Deputado Federal Lucio Mosquini sugeriu que a Presidência da República participe com ações determinadas, cujo objetivo seria acelerar a regularização de terras em Rondônia, pois esse é um dos principais motivos para tantos conflitos agrários.
“Eu sou militante das questões de regularização fundiária, e a solução para o senhor acabar com os conflitos do campo, é conceder os documentos das propriedades, ou seja, o título definitivo. Existe toda uma estrutura para fazer isso, porém os produtores rurais ficam reféns do governo, porque não são donos de suas terras, possuem apenas a posse”, fundamentou Mosquini para o Presidente Jair Bolsonaro.
O Deputado explicou que o estado de Rondônia possui aproximadamente 90 mil propriedades que precisam ser documentadas, e que essa atitude seria responsável pelo dobro da riqueza em Rondônia nos próximos anos.
A luta pelas questões agrárias e a paz no campo tem sido uma das bandeiras do Deputado, suas ações em prol da Regularização Fundiária do estado de Rondônia não param. Mosquini é divulgador da lei 13.465/17 (lei de Regularização Fundiária Rural), que possibilitou a milhares de famílias, realizarem o sonho de possuir o título definitivo de sua terra e viver em paz.
“Ter o título, é ter dignidade, para algumas famílias é ver o sonho de toda uma vida, sendo realizado”.
Por fim, Lucio Mosquini entregou ao Presidente eleito, um documento contendo dez medidas sugestivas, para dar fim aos problemas de conflitos no campo. “Nós (Rondônia) somos Presidente, o segundo Estado que mais tem conflitos agrários, e campeões de morte no campo, tudo por falta de documento, nós precisamos mudar esse quadro”.

 

 

Fonte: Assessoria