Covid: Hospital de Base e Cemetron chegam a 100% de lotação e secretário relata dificuldade para reabrir Cero e ampliar leitos de UTI

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Segundo Sesau, 80% dos leitos de UTI’s alugados pelo estado em um hospital particular já estão ocupados . “Nesse momento estamos com dificuldades, dificuldades de reabrir o Cero”, afirmou Fernando Máximo.

Secretário Fernando Máximo fala em coletiva sobre ocupação de leitos em Porto Velho — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

 

O Hospital de Base e o Cemetron chegaram a 100% de ocupação com pacientes em Porto Velho. Foi o que informou a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) neste sábado (12) em uma coletiva de imprensa com jornalistas.

Em coletiva de imprensa, o secretário Fernando Máximo informou que o governo tem trabalhado para ampliar o número de leitos, principalmente UTI, mas há empecilhos.

Máximo citou a situação do Cero, por exemplo. O estado tem intenção em reabri-lo, mas falta profissionais na saúde. “Nesse momento estamos com dificuldades, dificuldades de reabrir o Cero”, afirmou.

Ainda de acordo com o representante da Sesau, 80% dos leitos de UTI’s alugados pelo estado em um hospital particular já estão ocupados em Porto Velho. O hospital de campanha, o antigo Regina Pacis, já registra 74% dos leitos ocupados.

“Nós temos 7 leitos vazios no Pacis. Na AMI há nove disponíveis e outros 4 no Samar. Precisamos continuar nos cuidando, pois a vacina ainda não saiu”, comentou.

Na mesma coletiva de imprensa foi falado sobre as ações de fiscalização em Porto Velho para coibir aglomerações. O estado afirma que as forças de segurança pública trabalharão em conjunto.

Na noite de sexta, uma ação envolvendo 30 agentes percorreu as ruas da cidade e visitou 15 bares para conferir se estes estavam seguindo as normas sanitárias em vigor.

Dois bares foram interditados durante a operação, e outros quatro foram notificados por estarem descumprindo alguma medida. O trabalho de fiscalização vai continuar nos próximos dias, segundo o estado.

Bar é interditado em operação das forças de segurança pública na capital — Foto: Corpo de Bombeiros/Reprodução

 

 

Por Cássia Firmino, Rede Amazônica